Iluminação com Luz Natural e Diegética

Programa do curso

01 - Estudo do posicionamento solar 

A inclinação da Terra com relação ao sol.

A variação dos ângulos de incidência solar em diferentes regiões.

A luz na linha do equador e nos trópicos.

A compreensão das latitudes da Terra.

As épocas do ano e as variações na inclinação da luz solar.

As diferentes regiões brasileiras e a posição do sol em diferentes épocas.

Hemisfério Sul e Hemisfério Norte.

A luz na Europa, EUA e América do Sul.

Como compreender e usar a bússola para uma visão mais ampla da trajetória         e inclinação da da luz ao decorrer do dia.

02 - Posições de Câmera com Relação à Luz Solar

As características da luz solar com relação à natureza e ao fluxo, no decorrer do dia:

Amanhecer; Meio da manhã; Meio do dia; Meio da tarde; Entardecer

As relações de contraste que se estabelecem em diferentes horários.

O desenho da luz de acordo com a posição do sol.

A luz frontal, lateral e contraluz: Câmera versus luz.

O desafio do trabalho com luz tropical e equatorial (Norte e Nordeste do Brasil).

Horários com grande inclinação da luz do sol (meio do dia) métodos de trabalho.

Horários mais estáveis de luz.

O extremo do dia: Amanhecer e entardecer.

03 - O Planejamento do Trabalho em Externas

A época do ano.

A região onde será filmado.

A visita de locação (Tech Scout) e a programação dos horários de trabalho.

A compreensão da direção e ass. direção sobre os melhores horários de trabalho.

A instabilidade climática: Como se programar.

O uso da bússola e aplicativos.

Métodos mais aprimorados de planejamento e programação.

04 - Uso de Aplicativos 

A compreensão dos aplicativos.

Diferentes tipos e maneiras de visualização.

A programação em sets futuros e em outras localidades.

O planejamento da cena e as melhores possibilidades de horários.

Bússola e aplicativos, uso em conjunto.

05 - A Cena Externa Dia

Métodos de trabalho.

Estruturação da cena através da dinâmica e da amplitude dos planos.

A continuidade de luz.

A cena como unidade de um projeto,

Várias cenas ao decorrer do dia, como entender as prioridades.

Cronogramas híbridos, internas e externas, como se programar.

06 - Iluminação em Dias Nublados, como obter os melhores resultados

A compreensão da luz em dias nublados.

O desenho de luz em diferentes horários.

A câmera e a posição com relação ao sol (não sendo visto) e a resposta da imagem.

Características do fluxo e a resposta na volumetria da imagem

Métodos de trabalho.

A negativação da luz, em busca de volume.

O uso de espelhos e rebatedores.

07 - Personalidade e Narrativa nos Dias Nublados 

A busca da dramaticidade usando o principio de negativar a luz.

A atmosfera através das cores.

O desenho da luz com espelhos.

O contraluz natural e a negativação do preenchimento.

Cenas de filmes com estas características.

08 - Horário Extremo de Trabalhos: Entardecer, Hora Mágica e Crepúsculo

Desafios técnicos e estruturais.

Métodos de trabalho.

Respostas na imagem.

Caminhos estéticos.

Filmes rodados nestes horários.

09 - Noite Americana

Histórico.

Técnicas.

Procedimentos de trabalho.

Exposição.

Tempos atuais: Uso da pós-produção.

Exemplo de filmes com cenas rodadas com este efeito.

10 - Day by Night (Filmar de Dia para parecer de noite)

Objetivos.

Técnicas.

Método de trabalho.

Características das locações.

Horários.

Pós-produção.

Exemplos de filmes com cenas rodadas com este efeito.

11 - Locações Internas com relação à posição solar

Tamanho das locações.

Entradas de luz.

Posicionamento e variações com relação à luz solar.

Luz solar direta.

Luz rebatida.

Luz difusa.

Profundidade tonal.

12 - Desafios das Filmagens Internas com Luz Natural

Velocidade.

Estrutura.

Custos.

Resultados.

Contraste.

Variação da luz.

13 - Luz Natural em Interiores: Desafios Técnicos

Exposição.

Variações de luz.

Preservação do desenho de luz.

Ótica e profundidade de campo focal.

Negativação das janelas (NDs, telas, etc).

14 - Luz Natural em Interiores: Desafios Estruturais

Horários de filmagem.

Posicionamento de câmera e personagens.

Mapas de cenas e cronogramas de filmagem.

Tempos de filmagem por cenas (cronogramas).

Estratégias de elaboração das cenas.

Velocidade de trabalho.

15 - Luz Natural em Interiores: Desafios Narrativos

Continuidade.

Obtenção de volume.

Dramaticidade.

Preservação da narrativa.

Eixos de câmeras dramáticos e ilustrativos.

Exemplos de filmes.

16 - Melhores Procedimentos e Melhores Resultados usando pouca luz​

Abertura da lentes.

Sensibilidade da câmera.

Latitude do equipamento.

Exposição: Low Key versus High key.

17 - Iluminação Interna em Carros com Luz Natural

Carro parados.

Carros em movimento.

Uso de ND e Rosco Scrim.

Posicionamento com relação ao sol.

Horários.

18 - Diretores de Fotografia que Trabalham com Luz Natural em Interiores

Profissionais.

Cenas filmadas.

Métodos de trabalho.

Estéticas.

19 - A Luz Diegética e as Estéticas Contemporâneas 

O conceito de diegese e as estéticas contemporâneas.

A luz diegética na justificativa das estéticas naturalistas.

O trabalho com sombras justificadas pelas fontes.

Situações que a cor das luzes (fontes diegéticas) justificam a estética usada.

Cenas de filmes que trabalham com a luz diegética.

20 - Luz Diegética como Elemento Narrativo

Fontes de luz contando as histórias.

As fontes assumindo protagonismo nas narrativas.

A atmosfera da imagem construída através da fontes em quadro.

Filmes que usam a luz diegética na narrativa.

21 - O Aumento da Sensação da Profundidade da Imagem com Elementos Diegéticos

Pontos de luz em diferentes partes do plano.

Fontes como elementos de redundância.

Trabalhos cinematográficos com estas características.

22 - O Estudo das Diferentes Fontes Diegéticas

Filamentos tungstênio e a super e sub voltagem.

Sódio (luz de poste).

Mercúrio (luz de poste).

Leds (luz de poste e fachadas).

Fluorescentes (luz de fachadas).

Neon (luz de fachadas).

Trabalhos cinematográficos com estas características.

23 - Uso de Diferentes Elementos Cenográficos

Luzes cenográficas: Abajures; Luminárias; Arandelas.

Fontes com chama: Velas; Candelabros; Lampiões.

Fogo e fogueira.

Lanternas.

Fitas de Led.

Lanternas chinesas.

Trabalhos cinematográficos com estas características.

24 - Luzes Noturnas em Anbientes Externos

Estudo das fontes.

Conjunção de fontes presentes e refletores.

Aspectos técnicos.

Estudo da atmosfera noturna.

Trabalhos cinematográficos com estas características.

25 - Práticas em Externas: Uso de Equipamentos

Rebatedores: Flexível, rígidos, isopores e tecidos soltos.

Espelhos: Tradicionais, texturizados e difundidos.

Difusores: Frames, silence e tecidos

Butterflies: Panos, tules e voal

Acessórios: tripés, sacos de areia, cordas, etc

26 - Práticas: Dia Ensolarado, o Controle da Luz Dura

A posição do apresentador e do ator com relação à posição do sol.

Uso de diferentes rebatedores.

Uso de diferentes difusores.

Uso de filtros ND.

27 - Práticas: Dia Nublado, A Busca na Melhor Imagem

As diferentes luzes no dia nublado e o melhor eixo de luz

Uso de diferentes rebatedores.

Uso de diferentes difusores.

A subtração (negativação da luz com bases escuras) na busca da profundidade e da

dramaticidade na imagem.

Uso de filtros ND.

28 - Práticas: Iluminação Natural em Interiores

Filmagem de cena com desafio de continuidade.

Uso de diferentes rebatedores.

Uso de diferentes difusores.

A subtração (negativação da luz com bases escuras) na busca pela profundidade e

pela dramaticidade da imagem.

29 - Práticas: Crepúsculo e o Efeito de Day by Night

Filmagem de cena e o desafio da continuidade.

Uso de refletores.

Farois de carro

Luzes dietéticas.

30 - Práticas: Uso de Luzes Diegéticas em Estúdio

Luzes cenográficas: Abajures; Luminárias; Arandelas.

Fontes com chama: Velas; Candelabros; Lampiões.

Lanternas.

Fitas de Led.

Lanternas chinesas.

31 - Prática: Locação, Associando Luz Natural e Diegética

Luzes cenográficas: Abajures; Luminárias; Arandelas.

Fontes com chama: Velas; Candelabros; Lampiões.

Lanternas.

Fitas de Led.

Lanternas chinesas.

32 - Prática: Externa Noturna Urbana

Sódio

Mercúrio.

Leds.

Fluorescente

Associados à refletores.

Faróis de carro.

Lanternas.

Próxima turma: de 1 a 4 de Outubro de 2020.

Quinta e Sexta-feira: das 17h às 23h

Sábado e Domingo: 10h30 às 21h30

Valor:

R$ 1.150,00 à vista ou R$ 1.300,00 (até 4x) 

Para a inscrição em mais de um curso, confira a tabela de valores com os descontos progressivos.

Carga Horária: 30 horas

Local: Rua Belmiro Braga, 119,

Vila Madalena - SP 

Apoio:

PROFESSOR 

Alziro Barbosa, ABC  — diretor de fotografia brasileiro, com graduação e mestrado em uma das mais importantes faculdades de Direção de Fotografia do mundo, o Instituto de Cinema Russo - VGIK (1988 a 1994). 

Atua no mercado brasileiro desde 1995, realizando longas metragens, comerciais, séries para TV, documentários e curtas. 

Alziro foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais e tem cinco prêmios de melhor Direção de Fotografia pela Associação Brasileira de Cinematografia (ABC).

Entre os longas em destaque, estão "Serras das Desordens", "Cores", "JK- uma Bela Noite para Voar", "Mistéryos".

atendimento@bucareste.com

Tel. (11) 99910-6048

     

Horário de funcionamento:

Segunda a Sexta / 10h às 22h

Sábado / 10h às 17h

Atendimento pessoal somente com hora marcada